quinta-feira, 7 de março de 2019

Diário sonoro

Sons do cotidiano

Terça, 05 de março de 2019, 6h21.

A cortina faz um som suave quando resvala na porta da varanda levemente aberta o vento ainda é fraco pela manhã, o galo canta longe um som grave e curto, esse som se mistura com o pio suave dos pássaros. Na cozinha escutam-se sons de vida as panelas tornam-se uma verdadeira orquestra na cozinha quando batem nas grades do fogão é o som mais alto da casa um som grave o que incomoda quem quer voltar a dormir.
O gemido das dobradiças da janela se abrindo parece um choro anunciando que hoje não teremos sol, portanto não teremos praia também e isso se confirma com um barulho grave, como se fosse um vozeirão que anuncia um dia de céu fechado, um trovão. O barulho grave que a porta da varanda faz ao ser aberta, como se fosse um motor de caminhão é quando a mãe pede sem palavras que o dia já nasceu e daqui apouco é hora de acordar.
As vozes da televisão sussurram no ouvido pela manhã, elas dizem bem baixinho que os sons da noite já foi faz um tempo, agora é preciso ouvir os sons do dia que segue. Os sons do dia são quase estrondosos sempre estão dizendo alguma coisa, mesmo o barulho agudo da caneca batendo na mesa de mármore diz "acorda que o dia já raiou". Isso se confirma pelo último vestígio de noite que é quando a chave é virada na fechadura para abrir a porta, parece com o som agudo de sininhos.

Terça, 05 de março de 2019, 14h20.

A tarde parece tudo calmo, mas no feriado tudo é uma paz na cidade. Mesmo a música do vizinho tem certo silêncio, apesar do volume alto ser o mesmo de todas as outras vezes que tocou agora ela parece mais baixa. O som dos carros batendo a lataria no quebra-molas parece pequenas bombas explodindo no silêncio da tarde, um som grave que assusta os despercebidos. Em casa até a televisão continua sussurrando e as torneiras parecem até sons de chuva fina batendo no telhado. O cochilo desta vez vem mais fácil dá até pra usar o som baixo das vozes como música de fundo, mesmo com a explosão no quebra-molas.

Terça, 05 de março de 2019, 18h16.

A televisão volta a ativa, suas vozes estão mais altas agora, os grilos cantam lá fora anunciando que a noite chegou, dentro de casa pode-se ouvir os sons abafados e baixos do interruptor quando se liga a luz. É possível ouvir o som grave do café caindo na garrafa depois de feito, anunciando que é hora de comer para aguentar a noite de sono que está por vir. A janela se fecha, a porta da varanda é encostada, para mais uma noite e por fim a chave gira na fechadura trancando a porta são os sininhos novamente, agora eles anunciam que é hora de dormir.

Terça, 05 de março de 2019, 1h30.

Escuta-se um silêncio quase mortal, se não fosse pelos grilos e pelo som grave e agudo que se misturam nas vozes dos cachorros do vizinho, ou pela geladeira que se anuncia de vez em quando na cozinha com sua voz grave de fantasma. De vez em quando a buzina aguda e longa da motocicleta do guarda que faz a segurança da rua faz sua passagem em busca de ladrões ou talvez fantasmas, pode-se encontra de tudo no silêncio da madrugada. Talvez dizer que tem som no silêncio é meio contraditório, ou talvez o silêncio que se conhece na cidade só é silêncio com estes sons.




terça-feira, 21 de agosto de 2018

Ateliê de arte e memória


Ateliê de arte e memória foi o meu primeiro ateliê, tem a ver com memórias antigas e recentes e as sensações que elas trazem. Eu adorei esse ateliê, pois me tirou da zona de conforto em relação as lembranças. Não somos acostumados a pensar em nossas memórias principalmente as antigas são raras as pessoas que lembram de suas memórias quando criança, creio que se as pessoas exercitassem escreve-las lembrariam de muitas coisas o cérebro precisa ser exercitado e escrever é um exercício incrível que pode evitar muitas doenças, existe inumeros estudos sobre isso eu não me aprofundei no tema, mas já li sobre isso.
Não somente escrever sobre as memórias, mas também sobre os sentimentos vividos quando isso aconteceu, ou o que sente agora quando as escreve. Eu e meus colegas do ateliê ganhamos um pequeno caderno para registrar esses momentos, principalmente os que envolviam o ateliê. Mas é claro estávamos livres para registrar outros, que marcaram nossas vidas, afinal de contas o caderno era nosso individualmente. E foi uma experiência magica e surpreendente.
O meu caderno é como eu, exagerada por dentro e sutil por fora (ou quase) ira ter uma exposição na universidade para mostra esses caderno e para ter o compartilhamento de memórias entre os participantes.
Eu recomendo esse ateliê de olhos fechados, independente do professor que está ministrando, pois o componente é somente você do presente conversando com você do passado. Eu só fiz um caderno de memória, mas vou tentar fazer mais cadernos, quero está constantemente me comunicando com minhas lembranças.

P.s. Uma dica, esqueça o computador e experimente escrever as suas memórias em um caderno físico é uma sensação maravilhosa.  Além de escrever experimente usar tintas, cheiros, objetos .

terça-feira, 24 de julho de 2018

Ateliês


Ateliê é o nome usado para alguns componentes de arte obrigatórios na universidade que particularmente gosto muito, infelizmente por conta da agenda apertada não posso pegar mais de um por quadrimestre por isso até agora peguei apenas dois. O ateliê de arte e memória e o de encontro de saberes. 
Esses Ateliês são importantíssimos para quem quer formar em artes na universidade, são uma incrível fonte de conhecimento e sensibilidade. Por conta disso decidi fazer uma página especial para falar deles e do que descobri neles aqui no blog, deixando claro que essa é minha opinião pessoal e que não pretendo ofender ninguém e nem influenciar ninguém de nenhuma forma. E que esse desabafo é importante somente para o meu crescimento como artista.
Espero que você acompanhe todos os posts, vai ser importante para mim falar sobre meus sentimentos e meu aprendizado.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

PARA FECHAR UM CICLO


Em um dia como outro qualquer fui para a universidade assistir a uma apresentação de projetos de componente curricular, imaginando  que seria igual a todas as outras que já assistir na vida, apresentações comuns sem muita expectativa. Mas sinto que deveria ter acreditado mais no potencial dos meus colegas, pois as apresentações foram incríveis, cada uma com a sua peculiaridade e surpresa, meus colegas se superaram. Eu imaginei que por envolver matemática eles ficariam um pouco presos com medo de errar em algo, aconteceu ao contrário. Acho que por envolver arte a matemática ganhou um brilho, que muitas pessoas não conseguem enxergar. A arte faz isso não só com a matemática, mas com o mundo e as pessoas, perdi a conta de quantas vezes a arte abriu meus olhos para um novo mundo, uma nova forma de viver.

Então continuando nas apresentações, como já disse uma diferente da outra, mas nenhuma menos ou mais que a outra. Todas incríveis do seu jeito.
Teve apresentações de música e texto, uma música maravilhosa sobre Mariele Franco e o que o povo negro sofre e da luta para conquistar o que é seu por direito.

Perdoe-me pela foto está escura, pois tirei no celular sem flesh, em um lugar escuro.
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Uma performance maravilhosa com a música de Gilberto Gil- Não tenho medo da morte.




 Uma performance com dado do feminicídio no Brasil.







Obras artísticas com aquarela, em espiral. Que transpira profundos sentimentos.


Músicas que representam momentos de luto, segundo a psicologia o luto tem diversas fases do momento feliz ao triste, que podem ocorrer em diferentes ordens.

E dois sonetos representados lindamente, um desses foi o que eu e meu grupo idealizamos juntos.
Soneto do outro grupo:

Soneto do meu grupo:

Soneto da Morte

No instante da solidão, eu existo
Ali ouve-se um canto fúnebre, meu pranto
Onde, em meu íntimo translucidamente consisto.
Na esperança de um pequeno acalanto.

Já pensei em desistir, mas persisto
Nessa existência imortal de desencanto
Ondulante, invisível de dor eu me visto
Para espalhar o meu melancólico canto

Sou filha das trevas e da névoa densa
Que leva como castigo a memória imensa
De todos os corpos frios, sem vida

Nessa profunda ânsia delirante
Quero sentir, mesmo que por um instante
A delicadeza de ser querida.


autor: Jéssica Andrade

Meu grupo (meninas não me matem)



Enfim foi um dia lindo e cheio de arte, meus colegas são extremamente talentosos, a UFSB é uma universidade nova, mas se depender dos talentos que estão a moldando, eu tenho certeza que ela vai longe eu me sinto grata de poder fazer parte dessa construção e principalmente de fazer parte da construção da arte e da cultura em minha cidade que é muito pobre de tudo isso. Uma cidade sem cultura e sem arte é como uma cidade fantasma, sem sentido de existir.
Por isso a minha decisão de manter o blog, mesmo que eu não consiga postar com frequência eu vou tentar escrever para mostrar a nova revolução que está universidade está criando em minha cidade e na região ao redor dela. A palavra é o caminho e a melhor arma para lutar em uma nova guerra que o poder e a ganância dominam.
Quero deixar um agradecimento especial para o meu professor de matemática, que eu acompanho desde que comecei na universidade (acho que ele não aguenta mais ver a minha cara). Quero agradecer pelas horas dedicadas a seus alunos, pelas noites perdidas para preparar as aulas, pelo dinheiro e tempo perdido para comprar material, pelas discussões em sala sobre diversos assuntos, por aguentar seus alunos suportavelmente insuportáveis, que muitas vezes esquece de agradecer. É de professores assim que precisamos que se dedicam de corpo e alma a seus alunos e a seu trabalho não importa em que acredita, não importa de que forma viva, com todos os seus defeitos afinal de conta ele ainda é humano. É esse modelo que vai ficar em minha mente se um dia eu me tornar professora. Obrigada professor Joel. E obrigada a todos os professores dedicados que eu tive até hoje e me ensinaram que a educação é sempre o melhor caminho.

“Nossas vidas começam a terminar no dia em que permanecemos em silêncio sobre as coisas que importam. ” - Martin Luther King





Escala logarítmica e notas musicais




 O que eu entendi sobre o uso de logarítmicos na música.

Inicialmente em Pitágoras, com a descoberta do instrumento chamado monocórdio se tinha as notas musicais levemente desiguais umas das outras, limitando o instrumento a novas possibilidades, chamadas de escalas pitagóricas constituída como se fosse em uma espiral e não em um círculo.  Por conta de alguns músicos como Bach e outros que necessitava que um instrumento produzisse afinações em todas as oitavas, tiveram a ideia de organizar as notas do piano em escalas geométricas, ou logarítmica formando uma escala circular onde um fim de uma oitava termina onde começa uma outra oitava, ex. Do-Ré-Mi-Fá-Sol-La-Si-Do
Os logaritmos surgiram quando se quis saber a relação entre sequencias aritmética onde cada número é obtido acrescentando-se um ao anterior
0,1,2,3,4,5... Ex. 1+1=2; 2+1=3; 3+1=4...
A uma sequência geométrica onde é obtido multiplicando-se por 2
1,2,4,8,16,32... Ex. 2*1= 2; 2*2=4...
As doze notas do piano, chamada de escala temperada correspondem aos logaritmos de uma escala geométrica onde os logarítmicos tem base 2 veja abaixo na foto 



A partir daí é possível perceber uma escala geométrica de base 2. A escala temperada é formada por tais logaritmos onde este temperamento se obtém uma escala circular e que ganhava possibilidades de composições quase infinitas.
Mas não só nas teclas do piano e sim existe logarítmicos, também no formato desses instrumentos.
Enfim os logaritmos nada mais é que uma sequência numérica usada na música para se ter uma maior possibilidade de afinação, organização e  criação de canções, mas não só na música como também no nosso cotidiano. 

Referencia: https://www.youtube.com/watch?v=8fR5iOFtY2c


sábado, 19 de maio de 2018

Construindo Instrumentos


Tive uma experiência muito boa e única, eu fiz junto com alguns colegas um instrumento musical. O Idiofone e também visualizei como se faz o monocórdio, porem de uma forma diferente com mais de um fio.
O idiofone é todo instrumento que produz som a partir de seu próprio corpo, o idiofone que fiz com meus colegas foi com canos de PVC e um suporte de madeira. Para ficar fácil de entender o que é um idiofone, pensem no Blue Man Group que aparece na propaganda da Tim, eles tocam um desses , veja no vídeo abaixo. É claro que o nosso foi bem menos complexo.


https://www.youtube.com/watch?v=OeOb-LcYWgQ

Seguimos por uma marcação que o professor disponibilizou para a construção, foi interessante. Eu sou suspeita em falar, pois sou da arte então a pratica é fundamental para se criar um estilo artístico. 

Slide do professor Joel, da UFSB
E além do idiofone foi produzido por alguns outros colegas um monocórdio, bom quase, foi uma evolução dele por assim dizer. Esse monocórdio foi construído com mais de uma corda, como pede o original inventado por Pitágoras, pelo que pude observar, foi bem difícil faze-lo, mas o importante é que foi divertido, creio eu.

http://www.quepasa.cl/articulo/ciencia/2015/10/el-sonido-a-escala.shtml/
Foi um dia incrível, são essas experiências que ficam marcadas em nossas vidas, e devem ficar, esses dias de risadas, dias de que como diz minha mãe “colocar a mão na massa”. O mundo está estático demais, onde as tecnologias tomam conta das pessoas e elas não sentem mais, hoje não se vê mais o brilho natural nos olhos aquele brilho de vida, hoje se vê um brilho artificial produzido apenas pela tela de algum aparelho tecnológico.
As pessoas estão apenas existindo neste mundo, e quando existe alguém que desperta o fogo de viver, nem que seja de apenas uma pessoa no mundo, vale a pena lutar também para influenciar mais uma outra pessoa.

OBS.: O idiofone depois de feito, percebeu-se que estava faltando um furo no suporte de madeira para encaixar um cano de tal nota, e o policórdio alguns fios se quebraram. Mas fizemos e tocamos e foi divertido. 

P.S. As fotos do dia que tirei de meus colegas, por não ser imagens publicas não pode ser acrescentada a este post, ainda, pois estou esperando a autorização deles para adicionar.




sábado, 5 de maio de 2018

Matemática musical

aula de 10/04/ 2018

E quando o som é tão grave que você com seus ouvidos humanos não consegue escutar, pois na última aula do professor Joel ainda sobre o tema som/música foi passado um teste de som para saber de/ até que frequência consegue-se ouvir um som. Que tal tentar aí na sua casa e saber até quando você não consegue escutar mais, ótima dica para saber se você tem um ouvido bom. Eu não tenho.


O som nada mais é que o ar se deslocando do lugar em que foi propagado até seus ouvidos, uma onda e não uma matéria, e essa onda é recebido por uma pare do ouvido chamada tímpano, um pedaço de pele fino e sensível que vibra ao receber o ar que vem do ouvido e o ar que vem pela respiração pela boca, fazendo assim uma pressão no tímpano por igual, isso faz com que ele se mova livre para frente e para trás.  Esses sons são transmitidos em uma linguagem que o cérebro possa captar e traduzir. Veja neste vídeo o movimento ilustrado, e perceba como é incrível.


O vácuo não tem som, pois não ocorre esta vibração e pressa do ar, pois ele não é presente. Porém, segundo estudos é quase impossível encontra na natureza um estado de vácuo absoluto.
Os sons podem ser ouvidos em diferentes graus de Hz dependendo do ser vivo, um ser humano, por exemplo pode ouvir de 20 Hz a 20.000 Hz. Acima de 20.000 Hz é chamado de ultrassom: você será um super-humano se consegui aguentar um ultrassom, você aguenta? Se sim parabéns você é um super-herói (ou um morcego), se não parabéns também podemos sobreviver juntos em um planeta de gente normal.
Notas musicais são de grande ajuda para se criar músicas e melodias, além de auxiliar quem está aprendendo a tocar algum instrumento. As notas musicais que conhecemos até hoje o Do - Re – Mi – Fa – Sol – La -Si, foi criada por um monge beneditino, Guido d’Arezzo (992-1050 d.C). Tais notas foram criadas a partir do hino dedicado ao Padroeiro São João. Este monge percebeu que cada primeira silaba de cada frase deste hino consistia na entonação dessas seis notas em ordem. Essa era a formação original: UT - Re – Mi – Fa – Sol – La sendo o Do e o Mi acrescentados posteriormente. Abaixo um vídeo deste famoso canto.

Mecanismo de busca 
http://oddquartet.com/2015/03/19/ut-queant-laxis/


Por fim o professor passou um exercício que consistia em copiar uma partitura, no programa MuseScore 2 entregue por ele. Adorei fazer isso, nunca vou “morrer de fome” na vida, agora já sei construir uma partitura, a universidade é um lugar de descobertas tanto boas quanto ruins e essa foi uma muito boa, agradeço aos meus professores em me proporcionar isso.
A partitura copiada por mim e minha colega.

Enfim foi uma aula produtiva em que pude aprender muito sobre sons, frequências, melodias, harmonia e ritmos, e história da música. Além do mais foi onde pude me interessar mais por música e me divertir com esta descoberta.

P.S. Pra quem tiver interesse, abaixo esta um vídeo de uma projeto social que cria instrumento de plastico, inclusive o filho do meu professor participa do vídeo.  

Referencias: 

https://www.direitodeouvir.com.br/blog/como-ouvido-funciona

http://www.astronoo.com/pt/artigos/vacuo.html

http://vozativamadrigal.blogspot.com.br/2011/02/contribuicao-de-guido-darezzo-origem-da.html

file:///C:/Users/Aluno/Downloads/Aula_05b_-_PMC_Artes_-_2018.1_-_msica_e_matemtica_-_complementar.pdf (aula do professor Joel) 


sábado, 21 de abril de 2018

Sons da vida


A música tem efeitos surpreendentes para a mente humana, assim consequentemente para a vida em si. Ela é uma verdadeira terapia, não falo apenas músicas que são criadas a que ouvimos nas vozes de cantores, etc.  Mas, também músicas que já existem na natureza, os sons. Só por você parar, respirar fundo e escutar os sons ao seu redor, você se sente mais completo, mais calmo.
Estou passando pela área de quase uma introdução (acho) à musica na universidade e nesta última aula assisti um vídeo sobre tipos de instrumentos. Tanto os de corda: como o violino, o violoncelo, o piano; os de percussão: tambores, agogôs, sinos; e os de sopro: saxofone, flauta doce.
Eu não sou a melhor pessoa para falar de música, não conheço nada de música, e se você também não conhece provavelmente meu conhecimento é igual ou pior que o seu, (conhecimento da internet). Mas eu gosto muito de pesquisar sons diferentes na internet e presto bastante atenção quando me mostram sons diferentes também.

Então achei no Youtube um canal “Quadro em Branco” um vídeo excelente falando sobre "a música mais triste do ano" de Luiz Lins, o vídeo faz uma análise muito boa desta música e não sei se esse é um grande exemplo de como a música nos influenciam, mas ela foi criada para chorar, isso é fato.

Além disso como este é um post de dicas de sons bacanas e não de conhecimento em música no geral (não totalmente) tenho algo que um colega mostrou para uma turma que eu participava na universidade, achei maravilhoso e um pouco assustador. O som do Planeta Júpiter capturado pela sonda Juno da NASA. Não garanto ser verdade, mas a NASA diz que sim, então...




Abaixo algumas materias falando sobre isso. Ela data de 2016.
https://veja.abril.com.br/ciencia/juno-capta-sons-de-jupiter-a-poucas-horas-de-chegar-ao-planeta/

REFERÊNCIAS

https://veja.abril.com.br/ciencia/juno-capta-sons-de-jupiter-a-poucas-horas-de-chegar-ao-planeta/

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2016/07/ouca-o-assombroso-som-de-jupiter-gravado-pela-sonda-juno.html

https://www.youtube.com/channel/UCl79BVUfEZ830vH76L12ChA

https://www.youtube.com/channel/UCVUjoexqMw87G3mRk_BZHuA/featured




domingo, 8 de abril de 2018

Rituais da percepção


20/03/2018
"arte é o trabalho de pensar no sensível"

Relações entre estética, política e tecnologias.
Assisti nesta última terça feira uma palestra muito interessante sobre a arte em conjunto com a política e a tecnologia
O palestrante começou a falar sobre as relações que existiam entre estética, política e tecnologia, em como esses três termos fazem parte da arte no século em que vivemos.
Porém apesar de fazer parte da arte e da sociedade, não significa que é totalmente bom, mas também não é totalmente ruim. A crítica que lê faz a tecnologia, por exemplo é real e sentimos na pele, todavia não queremos nos livrar dela. Ele fala, também sobre alguns tipos diferentes de comunidade (facebook, instagram, etc.). E de como elas afetam o nosso modo de viver, ele comenta sobre como o homem está despossuído das funções de trabalho, pois a tecnologia exerce essas funções por ele.
Segundo ele estamos no DEVIR, essa passagem faz com que nos percamos no espaço-tempo. Ainda sobre o trabalho ele comenta que temos algo na mão que tem múltiplas funções, que é o celular a qualquer momento podemos mandar uma mensagem ou tirar uma foto, destaque para essa última ele diz que a fotografia pode ter perdido o seu valor e comenta sobre a primeira fotografia tirada por Joseph Niépce, ela foi criada com uma placa de estanho sensibilizada com cristais de sais e que levou 8 horas para ficar pronta.
Esse exemplo mostra como hoje temos facilidade para fazer algo com a ajuda das tecnologias, não precisamos de 8 horas para tirar uma fotografia simplesmente pusemos o dedo no botão e clic, temos uma foto pronta, foto esta que pode circular o mundo em segundo. A tecnologia pode ser assustadora de muitas formas diferentes.
Além da fotografia ele falou de outras artes como o desenho, ele falou algo maravilhoso sobre o desenho, algo sensível e bonito. Ele definiu o desenho como transportar algo do inteligível para o sensível.
Por fim ele fala um pouco sobre o ritual de percepção onde o centro é o mundo. Onde é possível observa-lo e senti-lo e além disso se comportar de acordo com ele. E ainda faz uma crítica sobre como o capitalismo esta fragmentando, dividindo a vida em espaço e tempo.
Enfim a palestra foi enriquecedora, apesar de no começo eu não ter compreendido quase nada do que ele falava, pois ele era argentino e apesar de falar português o sotaque ainda era muito forte. Mas depois fui me adaptando melhor e pude entender o  que ele queria passar, infelizmente eu não pude escrever aqui tudo o que ele disse na palestra, pois foi muita coisa. Porém com toda certeza eu vou carregar tudo comigo assim como outras experiências que tive ao longo da minha humilde existência.
Abaixo a primeira fotografia.



Referencias: http://www.tipografos.net/fotografia/niepce.html



quinta-feira, 29 de março de 2018

Helena Perez Garcia

Conheça Helena Perez Garcia uma ilustradora espanhola fantástica que reside atualmente em Londres. Ela é especializada em ilustrar livros. Seus personagens são retratados em ambientes surreais e multicoloridos com padrões e formas. Suas ilustrações tem como inspiração cinema, musica etc.
Como pude observar suas ilustrações tem um pouco de critica a sociedade e também um pouco de romantismo e fantasia.
Mais sobre Helena Perez Garcia em seu site aqui











Referência texto e imagens:

http://artes.anormalmag.com/entrevistas/helena-perez-garcia/
http://www.helenaperezgarcia.co.uk/

segunda-feira, 26 de março de 2018

Sem intenção: tudo sobre marca, logotipo e logomarca

A arte se constrói, não se nasce sabendo desenhar.
Quis começar o post com esta mensagem, que estava perdida em minhas anotações da aula não lembro quem disse, mas esta resume para mim que sou desenhista que faço arte algo fundamental.
Hoje vou falar um pouco sobre Logomarca, logotipo e marca. Logo que é a abreviação de logomarca nada mais é que uma representação gráfica de uma empresa ou de uma marca; logotipo diferente de logomarca que usa-se mais símbolos, esta é apenas um conjunto de letras impressas que representam uma empresa, produto; marca é um desenho, símbolo ou o conjunto deste para identificar uma propriedade a marca é algo individual diferente do logo ou logotipo que pode ser semelhantes a marca não tem como ser é algo pertencente apenas a aquela empresa etc. Veja abaixo exemplos de marca:




Além de estes símbolos terem todo um significado para as empresas, as cores destas marcas também têm toda uma psicologia existe até estudos sobre isso apontando que as cores em um logo afetam as emoções do consumidor. Por exemplo nessas marcas que citei acima o verde do Café Starbucks denota tranquilidade, saúde, o preto também pode passar inteligência, estabilidade, poder. Tem logos que até podem influenciar na fome de uma pessoa. 
Enfim é fundamental para uma empresa ou organização ter uma marca para que ela possa vender ou passar seus produtos.


E é claro como não podia faltar meu professor, que é o responsável pelo conteúdo deste post também. Passou uma atividade, esta que tinha como objetivo construir um logo fictício sobre uma empresa, organização, ateliê etc. O meu foi sobre o meu futuro, mas não tão longínquo ateliê. Veja essa beleza que deu trabalho, muito trabalho abaixo. Nota esta logomarca tinha que ter a Proporção Áurea como a principal ferramenta.

Referencia: Slide do professor Joel
Referencia imagens: tiradas de mecanismos de busca