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domingo, 26 de novembro de 2017

Civilização Egípcia: sistema numérico

Dentre os sistemas de numeração antigos o egípcio é um dos mais interessantes composto por um sistema decimal, não posicional e aditivo. A escrita hieroglífica,  usada pelos egípcios, era um sistema de símbolos próprios, com os números não foram diferentes, foram criados sete símbolos-chave para representar cada um deles. Esses números são os seguintes:

http://www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=972&sid=9

 Apenas estes símbolos compunha o sistema egípcio de numeração, como era um sistema de agrupamento era preciso somente juntar os símbolos para formar números diferentes. Veja abaixo alguns exemplos:

http://www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=972&sid=9

Existe algumas hipóteses em torno do significado de cada símbolo escolhido para representar os números. Por exemplo, o símbolo para 1 era representado por um pedaço de corda estirado, adicionando  vários destes pedaços tinha-se um pedaço maior que curvava-se, este formava o número 10. Juntando mais pedaços teríamos uma corda maior, que poderia ser enrolada, que representava o número 100.
O símbolo usado para representar 1000 era a flor de lótus, que para os egípcios era o símbolo da beleza. O dedo do faraó era usado para 10.000, este símbolo representava o poder. O sapo ou girino símbolo da fertilidade era usado para 100.000. E por último, e um dos mais importantes era o símbolo de um sacerdote louvando a um deus, que era usado para representar 1.000.000.
Este sistema era relativamente fácil, porém um pouco complicado quando se tinha pressa, por isso mais tarde os egípcios criaram outro sistema de numeração o chamado hierático, um tipo de escrita usada basicamente em papiros bem diferente do sistema hieróglifo usado em pedras. Veja abaixo uma representação deste sistema:

mecanismo de busca livre
O que não foi inicialmente uma escrita nova, mas uma esquematização da escrita hieroglífica, era constituída de 36 símbolos, que permitia números de 1 a 9999. Mas como cada coisa tem seus lados positivos e negativos, o numero elevado de símbolos deste sistema fazia dele pouco eficaz.

Referencia:

http://www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=972&sid=9

http://www.ipb.pt/~cmca/egipcio.pdf






quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Segundo tempo

Olha eu aqui de novo com novos componentes, novos colegas e novos professores.
Nossa já estou no segundo quadrimestre e é tanta coisa nova e passando tão rápido, que as vezes não consigo respira direito, mas estou gostando estou na segunda semana e os novos componentes são ótimos.
Quem estuda na UFSB ou em um interdisciplinar sabe como a coisa funciona, temos alguns componentes obrigatórios e outros opcionais.
Os meus componentes obrigatórios são

*Ateliê em arte e memoria (que pode ser opcional).

*Introdução ao raciocínio computacional

*Expressão oral da língua inglesa

*Leitura, escrita e sociedade

*Matemática e cotidiano

*Universidade e desenvolvimento regional e nacional

E os opcionais seriam dois, porem eu escolhi apenas um neste quadrimestre que foi um de ciências.

*Diversidade Vegetal

Enfim estou gostando deste quadrimestre, mas estou com saudade da correria que tive no quadrimestre passado, mas é assim mesmo talvez eu tenha me acostumado a me manter ocupada e tenha esquecido do ócio em que eu me encontrava. Ainda bem.

A frase de hoje é de um insta chamado @precisavaescrever

"Dizem que eu não sou mais a mesma. Ainda bem."

sábado, 26 de agosto de 2017

Mariposas na UFSB



Nossa primeira aula foi pra a apresentação do professor, como seria o modelo de ensino, quais seriam as aulas, em que tínhamos mais dificuldades na área da matemática. Foi bacana já gostei de cara do professor.
***
Na segunda aula o negocio foi diferente já partimos para por a mão na massa. Fazemos algo chamado pelo povo Bora de “mariposa” ou “borboleta”, que na linguagem dos cesteiros Bora é compostas por quadrados dentados concêntricos. Que foi identificado por Paulus Gerdes, que observando o traçado do povo bora e identificou ali algo que poderia ser usado na matemática. Porém não vamos nos aprofundar nesse tema por enquanto, mas se você ficou curioso à dica que lhe dou é ler o livro “Geometria e cestaria dos Bora na Amazônia peruana- Paulus Gerdes”
Mas continuando fomos orientados a construir uma mariposa na sala de aula, pra vocês não ficarem boiando vou dizer em passos simples e mostrar imagens de uma “mariposa”.
Primeiro passo é saber como chegamos a essa denominação como os povos bora ela pode ser construída com fitas de uma planta chamada níjtyubane , ou pode ser feita por cartolina ou um papel cartão, dentre outro materiais. Então classificamos como (a,b,c) para podemos fazer os cálculos, podemos dizer que a ‘mariposa’ é caracterizada por três números,
A: é o centro da mariposa
B: a quantidade de anéis concêntricos
C: o numero de quadrados a partir do centro
Depois devemos calcular para achar a quantidade de fitas e seu comprimento.
(a,b,c)
Imagens de cestaria do povo Bora. Veja que as mariposas aprecem em sua superfície.





Tirando algumas dificuldades minimas até que é bem interessante fazer algo que está na tradição de um povo. abaixo destaquei algumas mariposa que fiz em dupla com Manu(minha colega).
Essa foi nossa primeira mariposa que não ficou tão boa, mas tá valendo.

E a seguir a nossa segunda mariposa, que ficou linda mas teve um pequeno errinho.




 Enfim foi bastante divertido e instrutivo esse trabalho com as 'mariposas', é algo que vou lembrar sempre, porque pra mim foi um jeito novo e diferente de aprender matemática, destacando é claro que não deixa de ser eficiente.

Obrigado, até mais.






quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Grande mãe rocha

Dia 27/07/2017


Neste dia aprendi um pouco sobre como a terra pode mudar de cor dependendo dos dias que ficaram sem ser molhada, aprendi também sobre diferentes tipos de pedra e sobre como o ser humano ver o mundo em cores. Abaixo vou destacar os melhores momentos desse dia



Vimos como ficaram as terras anteriormente tínhamos classificado a terra por cor da mais clara para a mais escura (a foto no meu post Caminhos da terra mostra isso) nesta aula a ordem das cores foram completamente diferente, classificamos também pela pedregosidade e escolhemos um nome para cada terra. Confesso que os nomes são estranhos, mas ao mesmo assim conseguimos nomes estranhamente perfeitos. 




Essa foi a classificação por nome não lembro-me de nenhum nome, porque foram nomes complicados. Mas foi divertido escolhe-los.




Aqui esta a classificação pela pedregosidade, sendo o primeiro lugar com essa que é tipo barro e por ultimo ficou a areia da praia.

Então temos senhoras e senhores à classificação por cor, não dá mais escura pra mais clara como no ultimo post, mas por cartela de cor. As mais acinzentadas ou mais amareladas as mais negras, etc.




Enfim falamos de terras, suas cores e formas, mas esquecemos de falar realmente o assunto que importou nessa aula que foram as pedras, porque a verdadeira questão  foi como se formam as terras (solos). Esses são formados através do processo de decomposição das rochas originarias das chamadas rochas mãe, esse processo é chamado de pedogênese, por isso as pedras forma de grande importância nesta aula.

A conclusão que tirei desta aula é que existe um processo por trás de tudo em nossas vidas, em que comemos, ou bebemos, em que vemos, ouvimos etc. E esta aula abriu meus olhos e me fez prestar mais atenção nas coisas ao redor, coisas que deixamos passar por conta da correria dos dias monótonos. Está é a dica que deixo pra todos, passem a observar mais ao seu redor as pequenas coisas, garanto que isso ira mudar seu olhar para o mundo.

*créditos das imagens meus colegas de sala.
  
Um abraço

domingo, 23 de julho de 2017

Primeiro dia


Sai de casa ansiosa, pra saber o que seria essa tal experiência do sensível me perguntando:
Poxa será que eu tenho que falar de mim? Vixe! Não tenho tanta disposição assim de falar da minha vida, mas fui mesmo assim, seja o que Deus quiser. Cheguei à universidade morrendo de medo já pensando em fugir da aula (coisa que nunca fiz) fui pra sala e cadê a professora?
 Ufa! Ela não vem, obrigado Deus, estou feliz agora, mas essa felicidade não durou muito. Ela chegou e agora?! vou encarar, ela prece ser legal, minha intuição nunca falha...
Ela chegou desculpando-se pela demora, sua filhinha está doente, beeeem  perdoável. Mas logo depois de cara, veio à parte difícil, e eu achando lá no começo que difícil seria falar de mim, sobre a minha vida o difícil vem agora. Pois ela passou uma serie de perguntas pra sala e as danadas foram cabeludas tipo:“ Como explicar a uma pessoa cega congênita o que o arco-íris?” (isso é difícil pra cá***) ou “Como definir para uma criança quem é Deus?” (melhor resposta da criança), e uma das mais difíceis que caiu bem no meu colo foi “O que é beleza?.”
Beleza é tão relativa que praticamente tudo é belo, depende dos olhos de quem vê. Eu respondi que beleza é tudo que você vê no espelho. E agora pensando bem nisso com mais calma essa é a melhor forma de definição, não querendo ser a toda poderosa, mas pense bem se você não conseguir se ver bonito o que mais vai ser bonito pra você? A resposta é nada, primeiro temos que nos achar bonitos e nos amar pra depois achar a beleza ao nosso redor.
E logo depois já perto do fim da aula ela apresentou o componente, conversou conosco um pouco sobre a sua infância, pediu um diário de bordo pra falar sobre nossas aulas.
Enfim a aula foi bem produtiva e divertida.  A professora é show de bolice igual diz Po do kung fu panda. Eu gostei muito da aula sinto que vou sair de lá transformada pra melhor e um pouco mais louca que já sou.

Então doravante.